Quinta-feira, 27 de Fevereiro de 2020
RONDA POLICIAL

PCDF deflagra Operação Torch e prende organização criminosa

Publicada em 08/09/19 às 19:37h - 605 visualizações

por Blog do Carlindo Medeiros


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 (Foto: Blog do Carlindo Medeiros)
























A Polícia Civil do DF, por meio da Coordenação de Repressão aos Crimes Patrimoniais – Corpatri, deflagrou a Operação Torch para desarticular uma organização criminosa responsável por crimes de roubo mediante o arrombamento de caixas eletrônicos e emprego de arma de fogo. As prisões e apreensões ocorreram nos dias 27 e 29 de agosto.

Seis pessoas, sendo três homens e três mulheres, já estão presas e recolhidas ao sistema prisional do DF. Uma delas foi presa em Gurupi/TO. Dois integrantes (Carlos Frederico Guimarães e Wender Pereira Coimbra Júnior, vulgo “Juninho”) ainda estão foragidos; e o líder da organização criminosa encontra-se preso preventivamente e recolhido no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luiz/MA, acusado também de outros arrombamentos praticados naquele Estado.

Segundo apurado, na madrugada do dia 11 de agosto, os criminosos renderam o vigilante do Centro de Saúde nº 3 do Riacho Fundo para subtrair valores de um caixa eletrônico do Banco de Brasília com emprego de maçarico, porém sem sucesso. Os autores fugiram levando o revólver do vigilante após agredi-lo com socos, pontapés e coronhadas.

O grupo também é suspeito de participar do ataque ao caixa eletrônico da OAB, ocorrido no dia 6 de junho na Asa Norte. O crime está sendo apurado pela Polícia Federal.

Durante as ações, foram apreendidos maçaricos, luvas, ferramentas e outros apetrechos relacionados aos crimes, além de dois veículos de passeio.

4set apreensao

A apuração demonstrou que o ataque foi praticado por D.A.S.M., vulgo “Abu”, e pelo autor foragido W.P.C.J., o “Juninho”, que seguiram as instruções do líder R.C.M. sobre a utilização do maçarico.

De acordo com o delegado Luís Fernando Cocito, responsável pelas investigações, Romário está preso no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, de onde comandou a empreitada por telefone. Ele também ensinou ao grupo como arrombar o caixa e forneceu os equipamentos. A investigação ainda demonstrou que Romário e Diego estavam permanentemente aliados às próprias companheiras (H.S. e L.A.S.), formando uma verdadeira organização criminosa voltada ao ataque a caixas eletrônicos com o emprego de maçarico, conta o delegado.

“Hérica é quem repassava as ordens do marido (líder preso da organização criminosa) e também realizava a transferência de valores para a aquisição de material de arrombamento. Já Luciana, a ponte entre o marido DIEGO e Romário. Ela não apenas sabia das empreitadas, como ajudava na preparação dos roubos, inclusive recebendo e guardando peças de maçarico”, destaca Cocito.

Durante as investigações, Diego e Luciana foram flagrados recebendo peças de maçarico na Rodoviária Interestadual de Brasília. As peças, provenientes de Gurupi/TO, foram encaminhadas por outros dois integrantes da organização criminosa: C.F.G.F., vulgo Fred (foragido) e a mulher dele (H.M.F.A.) Segundo apurado, o casal dava apoio logístico ao grupo, adquirindo e encaminhando as peças para os ataques, conforme determinações de Romário.
Diego, Luciana e Hérica foram presos em Samambaia no dia 27 de agosto. Na residência do casal, foram encontrados os maçaricos utilizados no ataque. Já Hélida foi presa em Gurupi/TO no dia seguinte. Na ocasião da prisão de Diego, também foi detido o comparsa M.I.A.— que já havia sido preso pela DRF/Corpatri em 2016. “Ele é acusado de outros ataques semelhantes a caixas eletrônicos. No carro de Manoel, foram encontradas ferramentas, luvas e fixadores plásticos idênticos aos utilizados no ataque ao Posto de Saúde Nº 3 do Riacho Fundo”, explica o delegado Cocito.

Apurou-se, posteriormente, que Manoel e o próprio filho (M.R.R.A.) também participaram do ataque ao caixa eletrônico ao posto de saúde do Riacho Fundo, na companhia de Diego e Wender e um terceiro homem ainda não identificado.

Manoel e o filho Marcos foram presos no dia 29 de agosto quando deixavam o Centro de Progressão Penitenciária – CPP, no SIA.

Todos os presos foram recolhidos à carceragem da PCDF, onde permanecem à disposição da Justiça.

Divisão de Comunicação/DGPC
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PCDF, excelência na investigação

Fonte: PCDF



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Copyright (c) 2020 - Blog do Carlindo Medeiros - Carlindo Medeiros, Advogado, Professor de Direito, Jornalista, Formado em Ciência da Computação, Pós-graduado-MBA e Curso de Extensão em Docência para ensino da Matemática. Trazendo informações com Dicas de Direito importantes para o cidadão.