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Quarta-feira, 20 de Março de 2019
SAÚDE É NOTÍCIA

As Demandas de saúde mental aumentam no DF

Publicada em 28/12/18 às 10:18h - 78 visualizações

por Portal de Noticias do Blog do Carlindo Medeiros


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 (Foto: Portal de Noticias do Blog do Carlindo Medeiros)






















Caps de Brazlândia: portas abertas para receber pacientes.


 

Quase 30 mil atendimentos a mais em 2018. Este é o balanço do número de atendimentos psicossociais na rede pública de saúde do Distrito Federal, um dos maiores entre os dados de atendimento de diversos setores na Secretaria de Saúde neste ano.

 

“Esses números se devem, em parte, à reorganização dos serviços de saúde mental na rede. Mas também é devido às demandas da contemporaneidade, que têm impacto diretamente na qualidade de vida das pessoas, especialmente na saúde mental”, explica a diretora de Saúde Mental, Giselle de Fátima Silva.

Atividades terapêuticas ajudam no tratamento. Foto: Mariana Raphael/Saúde-DF

 

Em apresentação recente, a diretoria destacou, pelo menos, 24 entregas importantes para a população, que ampliou esse acesso. Entre eles, as mudanças no Centro de Atendimento Psicossocial do Riacho Fundo I, que passou a atender por demanda espontânea, zerando a fila de espera.

 

NOVA REALIDADE – A atenção primária também merece destaque. Com a conclusão do processo de conversão, ampliou-se a capacidade e a abrangência de atendimento.

 

A cobertura de Saúde da Família, que em fevereiro de 2017, quando foi iniciado o processo de conversão, era de 34%, chega ao fim de 2018 com 67%. O número de equipes também quase dobrou, pulando de 277 para 530 equipes.

O atendimento psicossocial integra a Atenção Primária à Saúde.

 

“Além das consultas, o modelo tem outras práticas de promoção à saúde e prevenção de agravos que são realizadas. Atividades educativas, orientações em grupo, práticas integrativas em saúde, visitas domiciliares, escovação dental supervisionada são alguns exemplos e são amplamente incentivadas em âmbito global, pois evitam o adoecimento e reduzem o número de consultas por doenças”, detalha a coordenadora de Atenção Primária, Alexandra Gouvea.

 

NÚMEROS – Além da saúde mental e da atenção primária, outros números também se destacam neste ano na Secretaria de Saúde, como a produção ambulatorial, que chega ao patamar de 25.584.618. Aí estão inclusos atendimento de urgência em atenção especializada, consultas médicas, coletas de exames laboratoriais, entre outros.


 

Alline Martins, da Agência Saúde

Fotos: Matheus Oliveira/Arquivo-SES

Arte: Danielle Freire




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