Segunda-feira, 22 de Julho de 2019
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A Polícia de Goiás não deixou acontecer o “rodízio open xeca”, ou seja, o rodízio de sexo

Publicada em 09/02/19 às 17:52h - 132 visualizações

por Portal de Noticias do Blog do Carlindo Medeiros


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 (Foto: Portal de Noticias do Blog do Carlindo Medeiros)


















Um Evento de muita ousadia, onde cobrava R$ 300 pela entrada de cada homem, onde ele poderia fazer sexo com mulheres que recebiam cachê para estar no local, ou seja, um verdadeiro “rodízio open xeca”, usando o português claro, um rodízio open de sexo para os participantes.

O que prometia ser uma noite inesquecível, com “rodízio open xeca”, virou caso de polícia em Águas Lindas de Goiás, cidade a 57 quilômetros de Brasília, na madrugada desta quarta-feira (6/2).

Em panfleto (veja abaixo) divulgado nas redes sociais e aplicativos como o WhatsApp, a casa de shows Rancho do Patrão anunciava uma festa diferente: os homens poderiam fazer sexo livremente com garotas de programa contratadas mediante pagamento de cachê pelos organizadores.

Para participar da orgia, era preciso desembolsar R$ 300 pelo ingresso. A propaganda acabou viralizando e chegou até a área de inteligência do Batalhão da Polícia Militar de Águas Lindas, que decidiu investigar o possível crime de exploração sexual. Foi deflagrada uma operação de revista durante a festa.

O organizador do evento, cujo nome não foi revelado, acabou sendo levado para a delegacia após os militares encontrarem cerca de 50 gramas de maconha com ele. No Centro Integrado de Operações em Segurança (Ciops) de Águas Lindas, em depoimento, ele teria confirmado que o local funcionava como casa de prostituição e que havia contratado garotas de programa para participarem da festa. Acabou autuado por rufianismo, crime que tipifica a exploração sexual.

Duas mulheres também foram conduzidas à unidade para serem ouvidas. Elas contaram que foram contratadas com a promessa de receberem R$ 400 para fazer parte do grupo que faria sexo com os convidados da festa. Após prestarem depoimento, foram liberadas.

Ao fazer propaganda do negócio, o organizador informava que entre 15 e 20 mulheres seriam contratadas para atender os homens que pagassem pelos ingressos. “Uma noite inesquecível pra você se deliciar o quanto conseguir”, dizia o panfleto.

A reportagem ligou para o homem apontado como dono da boate, mas ele não atendeu as ligações.

Mas no Goiás a policia não permite este tipo de rodízio e acabou com o open xeca.




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