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Segunda-feira, 22 de Abril de 2019
POLÍTICA NACIONAL

Fraga, Izalci e Rosso gastam R$ 271 mil com publicidade após eleições! O trio que não faz bem ao povo do DF

Publicada em 18/01/19 às 08:08h - 110 visualizações

por Portal de Noticias do Blog do Carlindo Medeiros


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 (Foto: Portal de Noticias do Blog do Carlindo Medeiros)
















Os três políticos não integram mais a Câmara dos Deputados. Antes de se despedirem fizeram o que sempre fazem com o dinheiro público, eles, destinaram o montante para divulgação de suas atividades parlamentares de 271 mil reais do dinheiro do povo brasileiro.

Três deputados federais do Distrito Federal que não estarão mais na Câmara a partir deste ano gastaram, somados, dos R$ 271 mil dos cofres públicos para divulgação das ações tomadas em seus mandatos após as eleições de 2018 destes três moções maléfico ao povo do DF. Alberto Fraga (DEM) e Rogério Rosso (PSD), para o bem de todos estes foram derrotados na campanha ao Governo do Distrito Federal, mas infelizmente o Izalci Lucas (PSDB), foi eleito senador. Além deles, apenas a outra maléfica foi a deputada petista Erika Kokay que também realizou desembolsos, de R$ 30 mil. Os outros quatro parlamentares do DF não se tem conhecimento de que recorreram às verbas públicas para divulgarem seus feitos que foram quase nada.

Fraga diga se de passagem, foi o parlamentar que mais gastou, segundo demonstram as notas fiscais apresentadas nos meses de novembro e dezembro à Câmara. Ele pagou um total de R$ 141.200 em serviços gráficos com dinheiro público. Em uma delas, o político bancou a confecção de uma revista divulgando o que ele considerou como as principais realização de seu último mandato, se são boas não precisa serem divulgadas elas parecem por si só. Ele pagou R$ 89.200, conforme a prestação de contas encaminhada à Casa. A publicação que tem 35 páginas e teve a sua impressão determinada no dia 17 de dezembro, ficando pronta uma semana depois pago com dinheiro público.

Paralelamente, Alberto Fraga também reimprimiu informativos para divulgar seu trabalho na Câmara. Com uma tiragem de 100 mil unidades que custou R$ 52 mil aos cofres do Parlamento, ou seja, dinheiro público. Procurado pelo site metrópoles, ele disse que precisava “dar publicidade” ao seu trabalho. Observa-se que realmente os feitos dele foram muito importante que precisam serem publicados para alguém saber o que ele teria feito, uma piada de mal gosto.

“Se trabalhamos, temos que mostrar disse o político. Fiz uma revista e um informativo para prestar contas à população que votou em mim, ou seja, prestar conta do que ele foi bem remunerado para fazer o povo ainda tem que pagar. Lá estão descritos todos os projetos que fiz ao longo do meu mandato, com prestação de contas, conforme manda a lei”, afirmou Fraga.

Prestes a assumir mandato de senador, o deputado Izalci Lucas (com Fraga na foto em destaque) gastou R$ 92 mil no mês de dezembro, em duas ações. Na primeira, imprimiu 180 mil informativos, que custaram R$ 69 mil. A outra despesa foi com “serviços de comunicação”, no valor de R$ 29 mil – a nota não especifica o que foi feito, especificar pode complicar mais.

O senador eleito afirmou que os gastos com publicidade são normais e realizados pela maioria dos deputados quando encerram o mandato. “Foi um balanço com tudo que fizemos, é um papel nosso prestar contas. Tudo dentro da normalidade. Se a pessoa vota em você, ela precisa saber o que foi feito. A cota parlamentar existe exatamente para isso”, destacou Izalci. Para ser claro, ou seja, se o que os outros fazem o parlamentar pode fazer fica uma duvida se de fato é tudo.

Rogério Rosso (foto abaixo), que ficou em terceiro lugar na corrida pelo Palácio do Buriti, mandou confeccionar 12 mil revistas, ao custo de R$ 38.040. Usou a cota parlamentar para pagar os exemplares, em dinheiro vivo do povo brasileiro.

Igo Estrela/Metrópoles

IGO ESTRELA/METRÓPOLES

Questionado sobre a necessidade de produzir esse tipo de publicação, Rosso afirmou: “As verbas fazem parte da atividade parlamentar, o erro seria não divulgar o que foi feito, ou seja, para Rosso o erro é não gastar o dinheiro público com promoção pessoal, é brincadeira mesmo. Eu fui um dos deputados que mais apresentou e aprovou projetos, por isso é importante que toda a população, e principalmente meus eleitores, saiba disso”.

Entre os outros cinco parlamentares que representaram o DF até janeiro de 2019, somente a deputada Erika Kokay (PT) fez o uso da cota parlamentar para divulgação das atividades. A petista gastou R$ 30.070 com publicidade em dezembro de 2018. Procurada, ela não retornou o contato até a publicação desta matéria. O espaço está aberto à sua manifestação. Mas Erika Kokay vai explicar o que? O inexplicável!

Augusto Carvalho (Solidariedade), Laerte Bessa (PR), Rôney Nemer (PP) e Ronaldo Fonseca (Podemos) não usaram dinheiro público para divulgar as realizações de seus mandatos na Câmara dos Deputados, fizeram mas do que a obrigação, pois são muito bem pagos.


Cota parlamentar

A Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar é um auxílio mensal para pagar despesas de parlamentares em exclusivo exercício da função. Os valores variam de R$ 30 mil a R$ 45 mil, a depender de qual unidade da Federação o deputado representa.

O montante pode ser usado para custear despesas com passagens aéreas, telefonia, serviços postais, manutenção de escritórios de apoio à atividade parlamentar, assinatura de publicações, fornecimento de alimentação ao parlamentar, hospedagem e outras despesas com locomoção.

Os deputados que não utilizam toda a sua cota mensal podem acumular o saldo e aplicá-lo no mês seguinte. A legislação veta que nos 120 dias anteriores às eleições o dinheiro seja usado para divulgação de atividades parlamentares.

Em setembro, o site Metrópoles mostrou um balanço dos gastos dos deputados nos meses que antecederam as Eleições 2018. Entre julho e agosto foram usados R$ 18,7 milhões dessa cota, e a maior parte do dinheiro acabou destinada à compra de passagens aéreas.

Percebe-se, que estes políticos zombam do povo ao gastar o dinheiro público, ao dizer que tem que divulgar os seus possíveis feitos como ocupante de um cargo político. Os senhores já imaginaram se cada um trabalhador tivesse que receber do seu patrão uma verba dessas para publicar o que seu patrão já lhe paga mensalmente para você trabalhar? São muita cara de pau.


Por Carlindo Medeiros

Registro Profissional no MTE nº: 0011123/DF




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