Nesta quinta-feira (13), a Polícia Civil do Distrito Federal, por intermédio da 14ª DP, apresentou a conclusão das investigações, iniciadas em julho, relacionada ao caso da cobra exótica da espécie Naja Kaouthia.

De acordo com os delegados Ricardo Bispo Farias, chefe-adjunto da 14ª DP, e William Andrade Ricardo, da mesma unidade policial, 12 pessoas foram indiciadas, sendo a maioria pelas condutas de tráfico de animais silvestre, maus-tratos e associação criminosa.

Conforme apurado, o jovem que fora picado pela Naja, fato que deflagrou as diligências da Operação Snake, comprava serpentes de outros estados, criava em cativeiro, montado na própria residência, e vendia os filhotes por R$ 500 a interessados. A mãe do estudante e o padrasto também se envolveram na prática dos crimes e foram indiciados. Assim como amigos que participaram da guarda e cuidados dos animais e também criaram uma rede para retirar as cobras do apartamento do rapaz e escondê-las em outros locais, quando as investigações do caso foram iniciadas pela PCDF.

Houve também o indiciamento do ex-comandante do Batalhão de Polícia Ambiental da PMDF por fraude processual, prevaricação e coação no curso do processo. Já a conduta da servidora do Ibama será apurada em investigação apartada pela Polícia Federal. Ela tornava legal, por meio de concessão de licenças, o animal que estava ilegal.

O inquérito policial será concluído até o final desta semana e encaminhado ao Judiciário para as devidas providências.

Assessoria de Comunicação/DGPC
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PCDF, excelência na investigação